Sobre

Vou editar essa página em breve, prometo.

O Falso Escritor


Cheio de excentricidades, sempre soube que queria emprestar seu corpo para que outras vidas pudessem existir. Se não fosse ator, certamente seria esquizofrênico.

Desde criança procura por mundos alternativos para fugir da realidade, por isso sempre vivia com a cara nos livros e às vezes escrevia suas próprias histórias. Quando descobriu o teatro passou a criar suas próprias cenas (de preferência tristes), e assim era feliz do seu jeito e já sabia o que queria ser quando crescer. Cresceu  e continuou vivendo no mundo da lua, escrevendo suas histórias que ninguém vai ler e criando suas cenas. Sempre diz que a culpa é do seu signo, já que piscianos são famosos por sua sensibilidade e por viverem em suas realidades paralelas. É extremamente inquieto, idealista, detalhista e perfeccionista. Seus amigos dizem que sua maior qualidade é “ser compreensivo” com os problemas (às vezes burrices) alheios. Sentimental ao extremo e com uma sensibilidade fora do comum, chora até com comerciais fofos. Gosta de livros, seriados, filmes, covers, chá, artesanato, abraços apertados, sorrisos sinceros, girafas e é viciado em bolinhos Ana Maria.  Sua cor preferida é laranja, tem uma paixão estranha por pessoas educadas, sotaques e vilões. É psicólogo dos amigos nas horas vagas e assim consegue resolver a vida de todo mundo, menos a sua. Apreciador do silêncio, detesta lugares barulhentos e por isso sempre troca festas e baladas pela calmaria do seu quarto. 

"Eu não sei na verdade quem eu sou. Já tentei calcular o meu valor, mas sempre encontro sorriso e o meu paraíso é onde estou."— O Teatro Mágico

O Blog

Uma pessoa que tem uma mente um tanto quanto conturbada e que pensa demais, às vezes (ou sempre) precisa "liberar" os pensamentos de alguma forma e dessa necessidade de compartilhar ideias é que nasceu o blog. Já teve mais blogs do que consegue contar, cada um em uma fase diferente da vida. E agora nessa nova fase, o Falso Escritor surgiu do nada ao pensar que, escrevia demais e sempre acabava jogando seus escritos fora,  e nesse caso, ele não passava de um escritor de Araque.